As propostas de movimentos e organizações para redimensionar o Estado, valorizar o trabalho, a renda e a vida

Anderson de S. Campos
Pesquisador do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho da Unicamp (CESIT-Unicamp)

Movimentos sociais populares e organizações de intelectuais do campo progressista têm apresentado, desde o início, propostas para o enfrentamento das crises provocadas pela pandemia de Covid-19. Ignoradas pelos grandes meios de comunicação empresariais e pelo Governo Federal, tais propostas não foram tratadas no debate público, tampouco tiverem incidência sobre as decisões do Executivo. A exceção ocorreu com o enfrentamento na Câmara dos Deputados em torno do projeto de renda mínima emergencial.

O presente texto seleciona, dentre o conjunto de iniciativas públicas sugeridas, as propostas relacionadas à valorização do trabalho, proteção do emprego e da renda, das condições laborais e proteção à saúde dos trabalhadores. Nosso recorte temporal é o mês de março, período em que tomou corpo a dramaticidade do problema e a pressão social para que o Estado brasileiro assumisse a coordenação das ações de enfretamento às crises.

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