Notas sobre a formalização – Estudo de caso: Brasil

José Dari Krein e Marcelo Manzano (CESIT/UNICAMP)

Nos anos 2000, o mercado de trabalho brasileiro alcançou taxas históricas de formalização do emprego, junto com a queda do desemprego e aumento da renda média dos assalariados. Em 2012, registrou-se uma taxa de formalidade de 56,6%, o que corresponde a um expressivo salto de 13,9 pontos percentuais em dez anos. Este foi um processo mais intenso entre os trabalhadores assalariados como um todo e, em níveis mais modestos, entre os trabalhadores domésticos e trabalhadores por conta própria. O texto argumenta que o processo acelerado de formalização do emprego no Brasil nos anos 2000 só pode ser compreendido como decorrência da convergência positiva de um conjunto de fatores econômicos, institucionais, políticos e sociais que se complementam e se reforçam mutuamente.

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